Quanto ganha um ginecologista e obstetra em 2026
Quanto ganha um ginecologista e obstetra em 2026: média CLT, diferença entre capitais, valor do plantão de obstetrícia e renda com parto e consultório.
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A média com carteira assinada
O ginecologista e obstetra contratado em regime CLT ganha em média R$ 8.512 por 20 horas semanais em 2026, segundo o Caged, com faixa entre R$ 5,1 mil e R$ 15 mil. Brasília tem a média mais alta (R$ 11,4 mil), seguida de São Paulo (R$ 8,1 mil) e Rio de Janeiro (R$ 7,2 mil).
A especialidade tem dois mundos de renda bem diferentes: o consultório de ginecologia, previsível e ambulatorial, e a obstetrícia, com plantão, sobreaviso e partos a qualquer hora.
Plantão de obstetrícia e parto
Maternidades precisam de obstetra 24 horas por dia, e o plantão de obstetrícia está entre os mais oferecidos do mercado. Costuma pagar mais que o plantão clínico, porque a responsabilidade é alta e falta gente disposta a fazer.
No particular, o obstetra que acompanha a gestante do pré-natal ao parto cobra honorários próprios pelo parto, além do que o convênio paga. É uma fonte de renda importante, mas que cobra disponibilidade: o bebê não marca hora.
Ginecologia de consultório
Muitos médicos deixam a obstetrícia com o tempo e ficam só com a ginecologia, somando consulta, exames como colposcopia e ultrassonografia (com área de atuação) e pequenos procedimentos. A renda fica mais estável e a rotina, mais leve.
Os plantões de obstetrícia e as vagas de ginecologia ambulatorial aparecem com frequência no Vagas para Médicos. A residência de ginecologia e obstetrícia dura três anos, com acesso direto.
Perguntas frequentes
Quanto ganha um obstetra por plantão?
O plantão de 12 horas de obstetrícia costuma pagar acima do plantão clínico da mesma região, por exigir especialista e ter alta responsabilidade. O valor varia muito entre maternidades públicas e privadas.
Quanto tempo dura a residência de ginecologia e obstetrícia?
Três anos, com acesso direto.
Ginecologista precisa fazer parto?
Não. Muitos especialistas atuam só em ginecologia de consultório. A formação inclui obstetrícia, mas o médico escolhe onde quer atuar depois da residência.